
Depois de morrer, Brás Cubas decide contar sua própria história sem se preocupar com julgamentos ou aparências.
Brás Cubas começa sua autobiografia de uma posição bastante incomum: ele já está morto. Livre das convenções e preocupações da vida, o narrador revisita sua infância, seus relacionamentos, ambições e fracassos. Ao reconstruir sua trajetória, Brás Cubas revela uma existência marcada por privilégios, egoísmo e projetos que nunca alcançaram verdadeira importância. Com humor ácido e ironia, Machado de Assis utiliza seu protagonista para questionar a sociedade brasileira, suas desigualdades e as contradições humanas.
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